Comparativo · Ferramenta internacional 2026

Alternativa ao Lusha para prospecção B2B no Brasil

O Lusha é uma ferramenta global de dados de contato pessoa a pessoa — extensão para LinkedIn, créditos por reveal, preço em dólar por assento. Se o seu alvo é a empresa brasileira e você prospecta por CNAE, cidade e porte, uma opção nacional tende a fazer mais sentido: em reais, sem créditos e com dado de empresa de fontes públicas oficiais. Este comparativo mostra o corte, com o preço do Lusha convertido e datado.

21,7 miCNPJs ativos como régua de cobertura nacional
US$ → R$preço do Lusha convertido e datado (jul/2026)
Pagamento únicosem créditos por contato no modelo LeadJet

Quando trocar o Lusha por uma opção nacional: troque quando o seu alvo é a empresa brasileira, não o profissional específico no LinkedIn, e quando o modelo de créditos por contato pesa no caixa. O Lusha é forte em dado pessoa a pessoa e em prospecção internacional; se você precisa de empresas ativas filtradas por CNAE, cidade e porte, uma base nacional como a LeadJet — 21,7 milhões de CNPJs ativos, pagamento único, sem créditos — resolve com menos fricção e em reais. Ver os planos da LeadJet.

O que o Lusha entrega

O que o Lusha faz bem — e onde trava no Brasil

O Lusha é uma boa ferramenta para o que foi desenhado: encontrar o contato direto de um profissional específico. O ponto é que esse desenho é internacional e centrado na pessoa, não no CNPJ. Fatos verificados em julho de 2026.

Onde o Lusha é forte

  • Extensão para LinkedIn: mostra e-mail e telefone do profissional enquanto você navega no perfil, com envio para o CRM em um clique.
  • Dado pessoa a pessoa: foco no contato direto do decisor — telefone e e-mail individuais, úteis para outbound 1:1.
  • Base global grande: mais de 280 milhões de contatos e 30 milhões de perfis de empresa (autodeclarado, 2024), com força em EUA e Europa.
  • Certificações internacionais: declara conformidade com GDPR e CCPA e mantém selos de segurança (ISO, SOC 2).

Onde trava no Brasil

  • Cobertura concentrada fora do Brasil: a base é forte em América do Norte e Europa; usuários relatam menor disponibilidade em mercados emergentes.
  • A microempresa some: 86% do mercado brasileiro é microempresa — segmento pouco presente numa base montada em torno do LinkedIn.
  • Créditos e assento em dólar: você paga por reveal (1 crédito por e-mail, 10 por telefone) e por usuário, o que encarece o volume no câmbio.
  • Não é fluxo de lista por CNAE: não foi feito para baixar empresas ativas por CNAE, UF e porte — que é como se prospecta no Brasil.

Em resumo: o Lusha resolve bem a pergunta “qual o contato desta pessoa?”. O que ele não foi desenhado para responder é “quais empresas do CNAE X, no estado Y, com porte Z eu devo prospectar?” — e essa é a pergunta que move a maior parte da prospecção B2B no Brasil.

Preço em reais

Quanto custa o Lusha em reais (jul/2026)

Os planos do Lusha são cobrados em dólar, por assento, com créditos que expiram. Abaixo estão os valores oficiais convertidos por uma cotação aproximada de julho de 2026 — números de referência, sujeitos a mudança de preço e de câmbio.

O Lusha tem um plano gratuito com poucos créditos por mês (em torno de 40, para 1 usuário), útil apenas para teste. Nos planos pagos, como referência de julho de 2026: o Starter fica em torno de US$ 37,45/usuário/mês no anual; o Pro vai de US$ 52,45 a US$ 174,95/usuário/mês (até 2 lugares, conforme o volume de créditos); e o Premium de US$ 299,95 a US$ 659,95/mês (5 lugares). A cobrança mensal custa cerca de 33% mais que a anual, e o tier Scale é sob consulta. Revelar um e-mail custa 1 crédito; revelar um telefone, 10 créditos.

Na cotação aproximada de ~R$ 5,40 por dólar (julho/2026), isso significa, por exemplo, um Pro perto de R$ 285 a R$ 945 por usuário/mês e um Premium a partir de ~R$ 1.620/mês. Para um time de 3 vendedores, como o Pro cobre no máximo 2 lugares, o caminho é o Premium: começa em US$ 299,95/mês no anual ≈ R$ 1.620/mês, o que dá cerca de R$ 19,4 mil por ano — recorrente, enquanto os créditos expiram mês a mês.

Planos do Lusha convertidos para reais — referência de julho de 2026
PlanoPreço oficial (US$, anual)Aproximado em R$ (~R$ 5,40)
FreeUS$ 0 · ~40 créditos/mês · 1 usuárioGrátis (só para teste)
Starter~US$ 37,45/usuário/mês~R$ 200/usuário/mês
ProUS$ 52,45 a 174,95/usuário/mês (2 lugares)~R$ 285 a R$ 945/usuário/mês
PremiumUS$ 299,95 a 659,95/mês (5 lugares)~R$ 1.620 a R$ 3.565/mês
ScaleSob consulta (enterprise)Sob consulta

Preços oficiais do Lusha verificados em julho de 2026 e convertidos por câmbio aproximado da mesma data; sujeitos a alteração pela empresa e pela variação cambial. Para comparação: os planos da LeadJet são pagamento único em reais — R$ 97, R$ 297 ou R$ 497 por período, sem mensalidade e sem créditos que expiram. Confirme os valores atuais do Lusha no site oficial antes de decidir.

Lado a lado

Lusha vs alternativas nacionais

O eixo que decide não é “quem tem mais contatos”, e sim que tipo de dado você compra: o contato de uma pessoa ou o cadastro de uma empresa. A tabela coloca o Lusha ao lado das opções nacionais nesse critério. Dados verificados em julho de 2026.

Comparativo entre Lusha e alternativas nacionais para prospecção B2B em 2026
Ferramenta Tipo de dado Modelo de cobrança Cobertura Brasil Preço inicial Origem / LGPD
LushaPessoa (contato individual)Créditos + assinatura por assento (US$)Global; foco EUA/Europa, LATAM menor~US$ 37/usuário/mês (anual)Dado pessoal via extensão/LinkedIn; declara GDPR/CCPA
LeadJetEmpresa (CNPJ)Pagamento único por períodoNacional; 21,7 mi de CNPJs ativosR$ 97 (pagamento único)Dado cadastral de empresa de fontes públicas oficiais
EconodataEmpresa (CNPJ) + societárioAssinatura + créditos (sob cotação)NacionalSob cotaçãoDado de empresa e de sócios
SpeedioEmpresa (CNPJ) + contatosAssinatura (sob cotação)NacionalSob cotaçãoDado de empresa com enriquecimento
Snov.ioPessoa / e-mailCréditos + assinatura (US$)GlobalPlanos em dólarE-mail/pessoa; foco internacional

Note o padrão: Lusha e Snov.io compram pessoas (contato individual, em dólar, foco global); LeadJet, Econodata e Speedio compram empresas (CNPJ, em reais, cobertura nacional). Se a sua dúvida é entre as opções brasileiras, vale ler a alternativa nacional ao Econodata e a alternativa ao Speedio. Para o panorama completo, veja o ranking das melhores ferramentas de prospecção.

O corte que ninguém explica

LGPD: contato de pessoa não é dado de empresa

Este é o ponto que a maioria das páginas sobre alternativas ao Lusha ignora — e o que mais muda a decisão de um time brasileiro.

Comprar o contato direto de um profissional — nome, celular e e-mail pessoal de um decisor — trata de dado pessoal de pessoa física. Usar o cadastro de uma empresa — razão social, CNPJ, endereço e telefone comercial vindos de fontes públicas oficiais — trata de dado de pessoa jurídica. Sob a LGPD, essas duas coisas têm naturezas diferentes.

O dado pessoal está sujeito a base legal e a direitos do titular (acesso, correção, eliminação), e o titular pode pedir para sair da sua base. O dado cadastral de empresa, obtido de fontes públicas oficiais, é usado justamente para identificar e contatar a organização no contexto comercial. Não é a mesma exposição jurídica — e por isso o modelo importa tanto quanto a ferramenta.

O Lusha declara conformidade com GDPR e CCPA e oferece opt-out; ainda assim, a adequação à LGPD no Brasil depende de como você, controlador, trata o dado, inclusive da base legal para abordar pessoas físicas. A responsabilidade pelo uso é sempre do contratante. Nada aqui é aconselhamento jurídico — consulte o seu time legal. O caminho de menor atrito para a maioria dos times é trabalhar dado de empresa: quando o seu próximo passo é comprar leads de empresas por segmento, você prospecta a organização, não o indivíduo.

Dois tipos de dado, duas lógicas
Dado de pessoa (modelo Lusha)
Contato individual de um profissional (celular/e-mail pessoal). Dado pessoal sob a LGPD, com direitos do titular e necessidade de base legal para o contato.
Dado de empresa (modelo LeadJet)
Cadastro da pessoa jurídica (CNPJ, endereço, telefone e e-mail comercial) a partir de fontes públicas oficiais, para identificar e abordar a empresa.
A opção nacional

LeadJet como alternativa nacional ao Lusha

Onde o Lusha entrega o contato de uma pessoa por crédito, a LeadJet entrega a empresa inteira por lista. É a régua de cobertura nacional que uma base centrada no LinkedIn não tem.

21,7 mi de CNPJs ativos

Base nacional que conta só empresas ativas — sem inflar com baixadas ou inaptas. É a cobertura real que você segmenta por CNAE, UF e porte.

Filtros que importam no Brasil

CNAE, setor, UF, cidade, bairro, porte, MEI, Simples Nacional e data de abertura — o recorte que define uma lista de prospecção brasileira.

22 campos por empresa

Cada empresa vem com 22 campos (CNPJ, razão social, CNAEs, capital social, endereço, telefone e e-mail comercial), no lugar de um contato solto por crédito.

Pagamento único, em reais

Você paga uma vez pela lista, sem mensalidade e sem créditos que expiram. Custo previsível, sem câmbio e sem assinatura recorrente.

Na prática, você troca “quantos créditos ainda tenho este mês?” por “qual recorte de empresas eu baixo agora?”. Veja como fica uma amostra — fictícia e com contatos mascarados, apenas para ilustrar o formato de entrega:

Amostra fictícia e mascarada do formato de entrega da LeadJet
Razão social (fictícia)Cidade/UFCNAEPorteTelefoneE-mail
Marcenaria Aurora LtdaCampinas/SP1622-6/99Microempresa(19) 9****-**21con****@aur****.com.br
Clínica Bem Viver MECuritiba/PR8630-5/03Microempresa(41) 3***-**08ate****@bem****.com.br
Transportadora Rota Sul LtdaNovo Hamburgo/RS4930-2/02Pequeno porte(51) 9****-**37com****@rot****.com.br

Dados fictícios, apenas para demonstrar os campos — nenhum contato real é exibido. Com o mesmo recorte você monta uma lista de empresas para prospecção ou uma lista de e-mails de empresas por segmento, pronta para importar no CRM.

Dados reais da base LeadJet

A cobertura que uma base gringa não abre

O tamanho da base é o que você consegue transformar em lista. Estes são os números da base própria da LeadJet — o universo de CNPJs ativos que você segmenta por setor, estado e regime.

21,7 miempresas ativas
86%são microempresas
11,9 miMEIs
+3,7 miabertas em 12 meses
Serviços 12.403.76157%
Comércio 5.357.73625%
Indústria e construção 3.417.40416%
Agropecuária 523.2332%

O ponto cego das ferramentas gringas: 86% do mercado brasileiro é microempresa (18,7 milhões de CNPJs) e 78,5% opta pelo Simples Nacional — exatamente o segmento que some numa base montada em torno de perfis do LinkedIn e do mercado dos EUA e Europa. É essa cauda longa que você filtra por empresas por CNAE e cidade na LeadJet.

Honestidade

Quando manter o Lusha

Trocar de ferramenta nem sempre é o certo. Há casos em que o Lusha continua sendo a melhor escolha — e vale dizer com todas as letras.

Mantenha o Lusha se

  • Prospecta lá fora: seu ICP está nos EUA ou na Europa, onde a cobertura do Lusha é mais forte.
  • Trabalha dentro do LinkedIn: seu fluxo é enriquecer perfis um a um durante a navegação, com envio ao CRM em um clique.
  • Precisa do decisor pessoa física: o alvo é o contato direto de uma pessoa específica, não a empresa como um todo.
  • Vende para poucas contas grandes: ABM com volume baixo, em que o custo por crédito não escala tanto.

Troque por uma opção nacional se

  • Prospecta empresa brasileira: seu alvo é o CNPJ ativo por CNAE, cidade e porte, não o perfil no LinkedIn.
  • Precisa de volume: monta listas grandes por segmento, onde créditos por contato saem caros.
  • Quer custo previsível em reais: pagamento único, sem câmbio e sem assinatura recorrente.
  • Prefere dado de empresa: cadastro de PJ de fontes públicas oficiais, em vez do contato pessoal do decisor.

Avaliando também o Apollo, que segue a mesma lógica de contato pessoa a pessoa em dólar? Vale ver como o Apollo.io se comporta no Brasil antes de decidir — o corte pessoa vs empresa é o mesmo.

Passo a passo

Como sair do fluxo de créditos para listas por CNAE e região

Migrar do Lusha para uma base nacional é menos sobre trocar de ferramenta e mais sobre trocar a unidade de trabalho: de “contato revelado” para “empresa segmentada”. Cinco passos.

  1. Traduza o ICP em CNAE, UF e porteDescreva o cliente ideal por atividade econômica, estado ou cidade e porte — não por perfis individuais no LinkedIn.
  2. Levante os segmentos que mais consomeRegistre quais setores e regiões você mais revela hoje no Lusha para reproduzir esses recortes como filtros de empresa.
  3. Recrie o recorte por CNAE e regiãoNa base nacional, filtre empresas ativas por CNAE, setor, UF, cidade, porte, MEI, Simples e data de abertura.
  4. Baixe a lista e importe no CRMBaixe o CSV de 22 campos e importe por HubSpot, Pipedrive ou Zoho — sem gastar crédito por contato.
  5. Mantenha o Lusha só para o caso pontualReserve o Lusha para prospecção internacional ou para o decisor específico que só existe no LinkedIn.

Comece pela lista, não pelo crédito

Filtre empresas ativas por CNAE, cidade, porte e data de abertura e baixe os contatos comerciais para prospectar hoje — pagamento único, em reais.

Baixar lista de empresas

A pergunta não é “qual o contato desta pessoa?”, e sim “quais empresas eu deveria prospectar?” — e essa lista, no Brasil, você monta por CNAE.

— Vitor Azevedo · Analista B2B na LeadJet
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre a alternativa ao Lusha

O Lusha tem dados do Brasil?

Sim, o Lusha tem contatos de empresas brasileiras, mas a força da base está concentrada em América do Norte e Europa. O Lusha divulga mais de 280 milhões de contatos globais (número autodeclarado, de 2024), coletados em torno de perfis profissionais e da extensão para LinkedIn. Para o Brasil, a cobertura de pequenas e médias empresas — que são 86% do mercado nacional — tende a ser menor do que a de bases nacionais focadas em CNPJ. Verificado em julho de 2026.

O Lusha tem plano grátis?

Sim. O Lusha oferece um plano gratuito com um volume pequeno de créditos por mês (em torno de 40 créditos, sujeito a alteração) para um usuário. Como revelar um e-mail custa 1 crédito e revelar um telefone custa 10 créditos, o plano grátis serve para testar a ferramenta, não para prospectar em volume. Verificado em julho de 2026.

Quanto custa o Lusha em reais?

Os planos do Lusha são cobrados em dólar, por assento. Como referência de julho de 2026, o Starter fica em torno de US$ 37,45 por usuário/mês no anual; o Pro varia de US$ 52,45 a US$ 174,95 por usuário/mês (até 2 lugares); e o Premium vai de US$ 299,95 a US$ 659,95 por mês (5 lugares). A cobrança mensal custa cerca de 33% mais que a anual. Na cotação aproximada de julho de 2026 (~R$ 5,40 por dólar), o Premium começa perto de R$ 1.620 por mês, ou cerca de R$ 19,4 mil por ano. Confirme os valores atuais no site oficial.

O Lusha é adequado à LGPD no Brasil?

O Lusha declara conformidade com GDPR e CCPA e mantém certificações internacionais de segurança, além de oferecer canais de opt-out. Ainda assim, adequação à LGPD no Brasil depende de como você, como controlador, trata o dado — inclusive a base legal para contatar pessoas físicas. Comprar o contato direto de um profissional (dado pessoal) é diferente de usar o dado cadastral de uma empresa vindo de fontes públicas oficiais. A responsabilidade pelo uso é do contratante, independentemente da ferramenta. Não é aconselhamento jurídico: consulte o seu time legal.

Qual é a melhor alternativa nacional ao Lusha?

Depende do que você prospecta. Se o alvo é a empresa brasileira e você quer montar listas por CNAE, cidade e porte, uma base nacional de CNPJ como a LeadJet é a alternativa mais direta: 21,7 milhões de empresas ativas, 22 campos por empresa e pagamento único, sem créditos por contato. Para dado societário e BI, o Econodata é uma opção; para segmentação com enriquecimento, o Speedio. O Lusha continua fazendo sentido para prospecção internacional e para o dado de decisor pessoa física no LinkedIn.

O Lusha usa dados do LinkedIn?

O Lusha funciona com uma extensão de navegador que exibe dados de contato enquanto você navega em perfis profissionais no LinkedIn e em outros sites. A empresa afirma não fazer scraping do LinkedIn e apenas ler o mínimo de dados públicos do perfil visitado. O fluxo é pessoa a pessoa: você revela o contato de um profissional específico e gasta créditos por reveal. Verificado em julho de 2026.

Como sair do modelo de créditos do Lusha?

Para deixar de pagar por crédito e contato, troque a lógica de reveal individual por listas de empresas segmentadas. Traduza o seu cliente ideal em CNAE, UF e porte, recrie esse recorte em uma base nacional de CNPJ, baixe a lista com telefone e e-mail comercial e importe no CRM por CSV. Você mantém o Lusha apenas para os casos pontuais internacionais ou de decisor específico.

Conclusão

Conclusão: quando a opção nacional vence

O Lusha é uma boa ferramenta para o que faz — dado de contato pessoa a pessoa, com força internacional e um fluxo de LinkedIn bem resolvido. Ele deixa de ser a melhor escolha quando o seu alvo é a empresa brasileira: aí, o modelo de créditos em dólar por assento vira custo, a microempresa some da base e o corte da LGPD entre dado de pessoa e dado de empresa pesa a favor do dado cadastral de PJ.

Para a maioria dos times que prospecta no Brasil, a alternativa mais direta é uma base nacional de CNPJ: você troca o reveal individual por listas segmentadas por CNAE, UF e porte, paga uma vez em reais e importa no CRM. Mantenha o Lusha para o caso pontual — internacional ou de decisor específico — e resolva o volume nacional pela lista.

Para continuar a avaliação, compare a alternativa ao Econodata, a alternativa ao Speedio, veja o Apollo.io no Brasil ou volte ao índice de comparativos de ferramentas B2B.

Troque créditos por uma lista de empresas

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