Serviços prediais
Portaria, limpeza, manutenção, jardinagem e elevadores vivem de contrato longo. Com 1.286 prédios de CNPJ próprio contra 121 administradoras, essas conversas começam no telefone do condomínio.
A lista de condomínios em Juiz de Fora da Leadjet reúne 1.407 CNPJs de condomínios e administradoras, com contato. Doze prédios para cada administradora. É essa conta — 10,6 condomínios prediais por administradora — que separa Juiz de Fora de quase todo o país: mais do dobro da média nacional (4,1), o quádruplo de São Paulo (2,5) e no campo autogerido, ao lado de Belo Horizonte (15,4). Das 1.407 empresas ativas dos dois CNAEs aqui, só 8,6% administram prédios alheios.
Juiz de Fora é uma cidade que administra os próprios prédios. São 10,6 condomínios prediais por administradora — contra 4,1 na média do Brasil, 2,5 em São Paulo e 1,4 em Fortaleza —, perto do extremo autogerido entre as 59 cidades que mapeamos, ocupado por Contagem (18,1), Uberlândia (15,6) e Belo Horizonte (15,4), a capital mais autogerida. Em outubro/2026: 1.286 condomínios prediais (CNAE 8112-5/00) e 121 administradoras (CNAE 6822-6/00), 1.407 CNPJs ativos, com as gestoras em só 8,6% do segmento. Aqui a lista curta das administradoras não cobre a cidade. Os 1.407 CNPJs trazem 23 informações por empresa, incluindo telefone e e-mail do sócio/responsável, de fontes públicas oficiais e exportáveis em CSV compatível com Excel; a contagem por bairro e por CNAE é conferida no painel de assinantes.
Condomínio não compra por impulso: compra contrato aprovado. O que muda de cidade para cidade é onde essa aprovação acontece — e, com 10,6 prédios por administradora, aqui ela acontece dentro do próprio condomínio.
Portaria, limpeza, manutenção, jardinagem e elevadores vivem de contrato longo. Com 1.286 prédios de CNPJ próprio contra 121 administradoras, essas conversas começam no telefone do condomínio.
Solar, internet e segurança eletrônica se decidem prédio a prédio, com visita técnica no meio. O filtro por bairro transforma os 237 CNPJs do Centro em uma agenda de campo.
Seguro condominial, garantidoras e bancos digitais preferem escala: são as 121 empresas do CNAE 6822-6/00 que carregam várias assembleias de uma vez.
Mercado pouco disputado: 121 gestoras para 1.286 prédios é folga que São Paulo, a 2,5 por administradora, não tem. E os 36 CNPJs abertos nos últimos 12 meses — 3,0 por mês, de 36 ÷ 12 — ainda escolhem fornecedor.
São 23 informações por empresa. Para prospectar condomínio, quatro fazem quase todo o trabalho: razão social — que já denuncia se aquilo é um edifício ou uma empresa de gestão —, endereço com bairro, telefone e e-mail. As demais separam o prédio novo, ainda fechando os primeiros contratos, do condomínio de trinta anos. A exportação sai em CSV compatível com Excel.
Não é um centro único nem uma distribuição parelha: são duas cabeças, uma queda de 57% entre o segundo e o terceiro colocado e, fora dessa dupla, nenhum bairro que alcance 6% da cidade.
| Bairro | CNPJs ativos |
|---|---|
| Centro | 237 |
| São Mateus | 173 |
| São Pedro | 75 |
| Bom Pastor | 72 |
| Cascatinha | 72 |
| Santa Helena | 51 |
| Teixeiras | 45 |
| Granbery | 34 |
| Paineiras | 32 |
| Passos | 30 |
A leitura começa pela dupla no topo. O Centro tem 237 CNPJs ativos, 37% a mais que São Mateus (173), e sozinho responde por 16,8% da cidade (237 de 1.407). Somados, os dois valem 410 — 29% de tudo. Do segundo para o terceiro colocado, porém, a curva quebra: São Pedro cai para 75, uma perda de 57% em um degrau só, o maior da tabela. Os três primeiros fecham 485 (237 + 173 + 75), ou 34,5% da cidade.
Passada a dupla, não sobra hierarquia útil. São Pedro (75), Bom Pastor (72) e Cascatinha (72) são empate técnico; Santa Helena (51) e Teixeiras (45) vêm logo atrás e, do oitavo bairro em diante — Granbery 34, Paineiras 32, Passos 30 —, nenhum passa de 30, ou 2,1% da cidade. Os dez maiores somados dão 821 CNPJs, 58% do total (821 de 1.407); os 586 restantes se espalham por bairros que não passam dos 30 do décimo colocado — nenhum sustenta rota própria. Isso define o roteiro: o Centro rende um dia inteiro, São Mateus outro, e a partir do terceiro nome nenhum bairro justifica visita dedicada — o jeito é agrupar por saída. No painel de assinantes, o filtro de bairro aparece depois de escolher Juiz de Fora/MG.
São duas listas dentro de uma, e a proporção entre elas é o dado mais incomum daqui.
De um lado, 1.286 condomínios prediais, cada um com CNPJ, orçamento e assembleia próprios. Do outro, 121 administradoras. São 10,6 prédios por administradora, as gestoras somam só 8,6% dos 1.407 CNPJs do segmento, e o conjunto equivale a 5,4% do que Minas Gerais registra nesses CNAEs e 0,87% do país.
Para dimensionar: o Brasil tem 130.757 condomínios prediais para 31.873 administradoras, ou 4,1 cada. São Paulo, maior mercado do país com 17.617 CNPJs no segmento, opera a 2,5; Fortaleza, uma das mais terceirizadas entre as capitais, a 1,4. O extremo terceirizado das 59 cidades com lista própria aqui fica no eixo Alphaville/Tamboré: Santana de Parnaíba (SP), a 0,7, e a vizinha Barueri (SP), a 0,7 — as duas únicas em que as administradoras (63 e 207) superam os condomínios prediais (45 e 152). Juiz de Fora vai para o canto oposto, ao lado de Belo Horizonte (15,4), de Uberlândia (15,6), com 1.799 prédios para 115 gestoras, e de Contagem (18,1), que lidera a régua com 1.669 prédios para 92 gestoras. Quatro mineiras no mesmo extremo não é acaso de amostra: é padrão de gestão.
Poucas gestoras para muitos prédios significa que a maioria dos condomínios daqui se vira sozinha, com conselho e assembleia decidindo o que contratar. Para seguro em carteira, software de gestão e cobrança, as 121 gestoras são alvo curto e de alta alavancagem. Mas se o produto depende do aval da assembleia — obra, reforma, elevador, energia solar, portaria remota —, elas não alcançam a cidade: são os 1.286 prédios. Em São Paulo, atacar só administradoras cobriria boa parte do mercado; aqui, deixa a maior parte dele intocada.
Leve os 1.286 prédios e as 121 gestoras de Juiz de Fora
Planos com pagamento único a partir de R$ 97.
Na base Leadjet, edição de outubro de 2026, Juiz de Fora (MG) tem 1.286 condomínios prediais ativos no CNAE 8112-5/00 e 121 administradoras no CNAE 6822-6/00 — 1.407 empresas no segmento. É 5,4% do que Minas Gerais registra nesses dois CNAEs, 0,87% do Brasil e 0,9% das 67.017 empresas ativas da cidade, cerca de uma em cada 48.
Nem sempre, e é melhor ser direto: o cadastro do CNPJ traz um responsável, que costuma ser o síndico ou a administradora, mas o síndico é eleito em assembleia e pode mudar a cada mandato, então o nome registrado pode estar desatualizado. A lista entrega, de cada empresa, razão social, endereço com bairro, telefone e e-mail. Em Juiz de Fora isso pesa mais que na média: como só 8,6% dos CNPJs do segmento são gestoras, a maior parte dos contatos leva direto à administração interna do prédio.
Pelo Centro, se a abordagem for de campo: 237 CNPJs ativos, 37% a mais que São Mateus (173) — juntos, os dois dão 402. Do segundo para o terceiro colocado a curva desaba: São Pedro tem 75. Os três primeiros somam 485 dos 1.407 da cidade, pouco mais de um terço; Cascatinha (72), Bom Pastor (72), Santa Helena (51) e Teixeiras (45) fecham o miolo e, do oitavo bairro em diante — Granbery 34, Paineiras 32, Passos 30 —, nenhum passa de 34.
Depende do produto, e aqui a resposta pende para o prédio. Juiz de Fora tem 10,6 condomínios prediais por administradora, contra 4,1 na média nacional e 2,5 em São Paulo: as gestoras servem a seguro, software de gestão e cobrança, mas 121 empresas não cobrem 1.286 prédios. Obra, reforma, elevador, energia solar e portaria voltam para a assembleia — aí o alvo é o CNPJ do prédio.
Tudo aqui sai da base Leadjet, edição de outubro de 2026, e conta CNPJs com situação cadastral ativa em dois CNAEs no município de Juiz de Fora/MG: 8112-5/00, condomínios prediais, com 1.286 registros; e 6822-6/00, gestão e administração da propriedade imobiliária, com 121. A divisão por bairro usa o endereço declarado no cadastro. Ressalva: edifício sem CNPJ próprio não aparece — é contagem de empresas registradas, não de torres construídas.
As comparações usam a mesma edição e critério: 130.757 condomínios prediais e 31.873 administradoras no Brasil, 162.630 somados; 15,6 prédios por administradora em Uberlândia e 15,4 em Belo Horizonte; 2,5 em São Paulo, com 17.617 CNPJs; 1,4 em Fortaleza. Entre as 59 cidades com lista própria neste site, só duas têm mais administradoras do que condomínios prediais: Santana de Parnaíba (SP), com 63 para 45, e a vizinha Barueri (SP), que inverte com margem maior, 207 para 152. As 67.017 empresas ativas da cidade vêm da mesma edição.
Metodologia, edições da base e termos de citação: metodologia dos dados Leadjet. Classificação de atividades conforme a CNAE (IBGE/Concla).
Critério dos totais: as contagens desta página somam as empresas com situação cadastral ativa e telefone e e-mail na base Leadjet, edição de outubro de 2026 (21.507.671 no total nacional da base); o Brasil tem mais CNPJs ativos do que isso e muito mais já registrados no histórico.